quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Senzala Restaurant in Sunnyvale, CA.

Uma dica pra quem mora ou trabalha aqui pela San Francisco Bay Area. Este restaurante dos super simpaticos Ligia e Wagner, tem comida brasileira, guaraná e pode ser tambem a oportunidade para um papinho na ligua mãe. De vez em quando rola alguns eventos musicais.

churrasco - assado - grelhado - algumas variações

em casa no estilo do Geo
em feiras americanas
feira de rua São Paulo
picanha à brasileira
jeitim mineiro, uai
nos pampas
à criolla no Caribe
famoso fogo de chão
as margens do Lago Balaton, Hungria
Budapest, Hungria
região ao sul do Danubio, Hungria

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

cenas de um inverno californiano

ao sul da baia de San Francisco
o céu azul - 30 jan 08
manhã gelada - Los Gatos Creek Park 28 jan 08
sol com chuva e arco-íris 28 jan 08
neve no topo do Monte Hamilton 28 jan 08

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

risotto do César



Para mim, amigos são conquistas genuínas. Especialmente por ser uma pessoa de vida nômade, o valor desses amigos conquistados, aqui e ali, em lugares tão diferentes, mantidos a distancia, representam muito. Representam boa parte daquilo que sou.
Tenho a felicidade de poder retornar depois de algum, as vezes muito tempo sem vê-los, e ser recebida como se os tivesse visto no dia anterior. E assim tem sido, com os meus amados amigos de São Paulo.
Eu e o maridão, vamos ao Brasil pelo menos uma vez ao ano, mas nem sempre temos o tempo que gostaríamos para nos dedicar aos amigos, visto ter também uma família grande e saudosa a nossa espera.
Tinha prometido ao nosso amigo César, que desta vez em Novembro nós nos encontrariamos, sem falta . Depois de 4 anos sem nos ver, só falando por telefone e e-mails, assim que ele soube da data da viagem, nos ligou para dar um ultimato: o primeiro jantar depois da chegada a SP, seria na casa dele. O convite / ordem foi tão explicito que nem me atrevi mencionar a possibilidade de um "jetlag" ou qualquer outra coisa.
E assim foi. Oito horas depois de aterrisarmos em Sampa, com malas extraviadas e caras de zumbi - lá estávamos nós, juntamente com o casal de amigos Ci e Fran, tocando a campanhia do lindo e novo AP do Cé.
Eita coisa boa, a porta se abre e duas caras sorridentes a nos saudar! Quanta saudade! Como é bom amigo, abraçar. O George ainda fica impressionado com a afetividade generosa dos amigos brasileiros.
Já na chegada uma elegante bandeja com finos pates, queijos e vinhos a nossa espera. O Fran, muito atencioso, trouxera o champanhe gelado para o brinde do reencontro.
Muito papo a rolar, novidades a contar, riso solto em gargalhadas...muita coisa pra brindar! Felicidade é isso mesmo, ter amigos e com eles estar!
Ah, e o jantar, o prato que o César iria preparar.
A Ci e eu, já havíamos experimentado das qualidades gourmet do moço, quando das viagens da nossa inseparável turma, que alias, não era bem uma turma, era mesmo uma família.
Já sabíamos que a comida ia ser boa...mas o que?! Nesse jantar, o moço mostrou-se aprimorado. O prato servido estava simplesmente "outstanding" delicioso! Observamos também, como ele é organizado. Havia preparado com antecedência todos os ingredientes e a cozinha em ordem total, resultando em 20 minutos, um risotto fumegante e cremoso.
A sobremesa foi um alfajor gigante, de doce de leite e chocolate -uma justa homenagem a argentina mais brasileira que conheço, Miriam.
Moço gente fina esse amigo, além de bom cozinheiro, tem talento pra receber tão bem! Sorte nossa, amigos dele, e sorte maior ainda, da Miriam que tem esse "chef" pra ela.
Aqui esta a receita do risotto (e fotos) que ele me autorizou publicar:
Ingredientes
½ maço de brócolis (floretes)
200g de lingüiça calabresa (sem pele) cortada em cubinhos
4 colheres ( sopa ) de manteiga
3 colheres ( sopa ) de cebola ralada
350 g de arroz arbóreo
200 ml de vinho tinto
1 1/2 litro de caldo (ou seja, caldo de galinha misturado a água do cozimento do brócolis)
Sal e pimenta-do-reino à gosto
4 colheres ( sopa ) de parmesão ralado
Preparo
Cozinhe o brócolis no vapor, pique e reserve, reserve também a água do cozimento. Frite a lingüiça e reserve. Na mesma panela, coloque uma colher (sopa) de manteiga ao fogo baixo, junte a cebola e refogue ate ficar transparente. Adicione o arroz e refogue por cerca de 3 minutos, mexendo sem parar, até que o arroz fique envolvido na manteiga e acrescente a lingüiça frita. Junte vinho e misture, deixando evaporar.Coloque duas conchas de caldo e misture, deixe ser absorvido e acrescente mais caldo sempre mexendo. Repita esta operação por cerca de 16 minutos, salgue levemente e coloque um pouco de pimenta-do-reino. Experimente o arroz e, se necessário, adicione mais caldo. Deixe-o al dente. Acrescente o brócolis, misture novamente e verifique o ponto do arroz. Apague o fogo, coloque a manteiga restante e o queijo parmesão, mexendo até incorporar tudo. Tampe a panela e deixe descansar por 2 minutos. Sirva em seguida. Dependendo do gosto, servir mais parmesao individualmente.
Dicas:
O parmesão ralado só deve ser acrescentado quando o arroz, ainda esta ligeiramente coberto pelas borbulhas, e al dente.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

apple strudel - com açúcar e com afeto


O filho mais velho veio com a namorada para a visita famíliar e também para escapar por uns dias da gelada Costa Leste. Pensou usufruir do "normalmente ameno" inverno ao sul da Baía de San Francisco. Grande frustração! O frio está de lascar e até neve temos aqui perto, nas montanhas em direção a Santa Cruz.
Como o tempo desencoraja qualquer aventura fora de casa, deixei a preguiça de lado, e botei as mãos na massa folhada que tinha comprado há algum tempo, cheia de intenção.
Transformei em 2 apple strudels deliciosos, que servi no chá da tarde.
Nada como boa conversa, açúcar e muito afeto, para esquecer o frio. Que frio?!

Apple Strudel
1 pacote de Massa Folhada - usei esta
1 ovo inteiro batido com 1 colher de água, para pincelar.
Recheio:
4 maçãs descascadas e cortadas em pedaços pequenos - usei Granny Smith
2 colheres (sopa) de castanha de caju moída
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
4 colheres (sopa - rasas) de açúcar
1 colher (chá) de canela em pó
1 colher (sopa) de rum escuro - usei o húngaro Sütő
4 colheres (sopa) de uvas passas sem semente
Açúcar superfino (de confeiteiro) para polvilhar - opcional
Rendimento: 2 strudels
Preparo:
-Deixar a Massa Folhada em temperatura ambiente por 40 minutos para descongelar e ficar possível de manusear.
-Numa tigela misturar as maçãs em pedaços, o açúcar, a farinha, a canela, as uvas passas e o rum.
-Desdobrar as folhas da massa e numa surpefície enfarinhada formar dois retangulos (35 X 45cm) com a ajuda de um rolo também enfarinhado.

Fazer esse procedimento com os 2 rentagulos - um de cada vez.

Posicione a massa para enrolar começando pelo lado mais estreito. Salpique a castanha de caju moída sobre a massa e distribua a mistura das maçãs sobre a metade do retangulo, deixando 2 cm livres nas bordas. Enrole como rocambole e coloque numa forma rasa levemente untada, com a emenda pra baixo, junto a forma. Aperte as pontas. Pincele o strudel com ovo batido com a água. Faca cortes transversais ao longo do strudel - de cerca de 3 a 4cm.
Leve a geladeira por 15 minutos para que a massa possa ficar gelada novamente, depois de ter sido trabalhada. Asse em forno pré-aquecido (180ºC) por 45 minutos. Deixe esfriar numa grade por 30 minutos. Corte e sirva morno.
Se gostar, polvilhe o açúcar em pó.
Pode ser servido com creme batido ou acompanhado de sorvete de baunilha.

strogonoff de camarão

Por muito tempo strogonoff era uma das poucas comidas que eu sabia preparar. Por ser muito fácil, não requerer pratica nem habilidade. Ah sim, sabia preparar as variações; camarão, carne e frango. Sendo assim, o primeiro jantar para o Geo no começo do namoro, só podia ser um strogonoff. E sabe, como a intenção era impressionar, caprichei, fiz com camarões enormes, os maiores que encontrei. Valeuuuu, objetivo atingido, impressionei o rapaz!
Ele realmente gosta desse prato, volta e meia, lá vem ele me pedindo para prepara-lo.

Ingredientes:
- 1 quilo de camarão limpo - 2 colheres (sopa) de manteiga - 1 cebola ralada - 1/2 xícara de conhaque - 4 colheres (sopa) de ketchup - 2 colheres (sopa) de mostarda Dijon- 1 colher (sopa) de Worcestershire sauce (molho inglês) - 400ml de creme de leite fresco- 150g de cogumelos paris fatiados - sal e pimenta moída a gosto.
Modo de Fazer: Derreter a manteiga e refogar a cebola ralada até ficar transparente. Juntar o camarão e temperar com sal e pimenta. Regar com o conhaque e flambar. Adicionar o ketchup e a mostarda e mexer bem. Colocar os cogumelos e deixar cozinhar por 3 minutos, por último, o creme de leite. Mexer até incorporar bem, sem deixar ferver.
Servir em seguida, acompanhado de arroz branco e batata palha. Salpicar coentro ou salsa a gosto.
A batata palha:
4 batatas grandes descascadas e cortadas com cortador de legumes na graduação fina (para batata palito). Depois de cortadas foram lavadas com água fria para eliminar o excesso de amido. Escorri e coloquei sobre papel toalha para absorver toda a água. Fritei em pequenas porções em óleo de canola bem quente. Depois de fritas escorri sobre papel toalha. Se gostar, esse e o momento ideal para se colocar sal.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

cenouras em 4 cores

Coloridas e deliciosas, se transformaram numa bela salada morna, depois de cozidas no vapor e temperadas com sal, azeite e ervas frescas.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Anthony Bourdain parou de fumar!

O que, quem, como? Alguém perguntaria? Bem, nada eu responderia, deixa pra lá.
Domingo a tarde, depois que os hospedes saíram para um passeio, me dei um tempo para ler as coisas que vão se acumulando ao longo da semana. Muitas e diferentes. Mas tendo um forte interesse por culinária, acabei lendo esse artigo, e fiquei feliz. Por ele, claro!
O Anthony Bourdain parou de fumar! *
Oh não! Ele não e meu ídolo, e sabe, nem tenho tendências em eleger isto ou aquilo, nem perco tempo em seguir fulano ou beltrano, virar discípulo, etc. Sou mais simples, gosto ou não gosto. E eu gosto do Bourdain, fácil assim. Compartilho o mesmo interesse em viajar e de ver muito da cultura dos lugares através da comida local. Bem, ele faz isso profissionalmente e vai além de ver, ele experimenta também - o que no meu caso já é uma outra historia.
Sempre que posso eu o vejo no Travel Channel e também Foodnetwork. Tenho assistido a nova série que leva o mesmo nome do livro "No Reservations: Around the World on an Empty Stomach", que estou começando a ler. O livro foi presente do meu dear hubby, assim como é dele também o comentário: olha, esse moço fuma muito e logo vai acabar precisando dos "devices" (os que ele está desenvolvendo) para tratar o pulmão doente.
Entao quando li isso, fui correndo contar - olha, o Bourdain parou de fumar...
E o cara que nem nos conhece, marcou um pontão!
(*) O tremendo sacrifício foi por causa da filhinha de sete meses, Ariane. Parabéns Tony!
Agora vamos esperar pela nova série - que soube, está a caminho - com o versátil e rechonchudo Mario Batali.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

pra comecar o dia bem saudável

Um café da manha saudável; torradas de pão ciabatta com abacate e sour cream, salpicados com páprika, chá verde com gengibre - e tentando espantar uma very nasty conjuntivite fora de hora.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Will you eat meat from cloned animals?

ensopado de grão-de-bico com frango


Desta vez de férias no Brasil, tive a felicidade de reencontrar uma amiga muito querida que há muito não via. O tempo foi curto pra falarmos tudo que tínhamos vontade, mas tivemos tempo de relembrar nossas visitas a avó dela, uma espanhola gente finíssima e cozinheira de mão cheia. Ela fazia um puchero de grão de bico, delicioso e inesquecível.
Ah, tinha também os "borrachelos", uma espécie de biscoito com calda de vinho - que nunca mais vi.
Bem, encontrei um monte de receitas para puchero, mas decidi reproduzir o ensopado com os ingredientes que dispunha. E assim foi.

Ensopado de grão de bico com frango
2 xic (chá) de grão de bico
8 coxas de frango (sem pele)
1 talo de alho poro - parte branca cortado em rodelinhas
1 dente de alho amassado
3 pistilos de açafrão
1 col (sopa) paprika doce
sal e pimenta
2 col (sopa)azeite
2 litros de caldo de galinha
salsa
Deixei o grão de bico de molho na noite anterior, escorri a água e levei a cozinhar num litro de caldo de galinha até ficar macio.
Numa outra panela, fritei o alho e alho poro no azeite, refoguei as coxas de frango até ficarem douradas. Juntei o grão de bico já cozido, os pistilos de açafrão, sal, pimenta e o caldo de galinha restante. Deixei cozinhar por 30 minutos. Servi com salsa picada e uma boa pimenta malagueta em conserva.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

manjar de coco com farinha de arroz

Para agradar quem merece ser agradado, fiz um manjar de coco com calda de ameixas secas. Como não tinha amido de milho, usei farinha de arroz.
Ingredientes:
300 ml de leite
200 ml de creme de leite fresco
3 col. (sopa) de coco ralado (seco)
3 col. (sopa) de açúcar
2 col. (sopa) de farinha de arroz
Misturei todos os ingredientes levei a ferver mexendo até engrossar. Coloquei em forminhas pequenas para porções individuais e levei a geladeira.
Servi com a calda de ameixas, já fria, que foi feita com 1 xícara de ameixas secas (sem caroços) fervidas com 1 xícara de água.

um jantar frugal



Aproveitando que a tarde não estava tão fria, o jantar foi bem simples: salada - espinafre, tomates, cranberries secas, lascas de gorgonzola e croutons, temperada com vinagre de maçã e azeite. Acompanhada de pasteis de carne, que foram feitos com um refogado de carne moída, azeitonas verdes, salsa e cebolinha. A massa são "wrappers", direto da prateleira refrigerada do Cosentino's.

domingo, 13 de janeiro de 2008

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

canjica de milho branco

Não é festa junina fora de tempo, nem São João, nem nada.
Só deu uma vontade enorme de comer canjica - acho que para agdah vai ser mugunza, né mesmo?!
Por sorte tinha dois pacotes, branca e amarela, que comprei na loja de uns simpáticos portugueses em Mountain View, quando fui comprar o bacalhau para o jantar de Ano Novo.
Mesmo tendo acabado de chegar do Brasil, aproveitei também para comprar outras coisinhas "made in Brazil". É que por conta das leis de segurança, inspeção, etc. já não trago mais algumas coisas que costumava trazer no passado.
Nesta loja dos patrícios, tem sempre aquelas coisas quase "imprescindíveis" de se viver sem.
Sim, a cachaça para a caipirinha dos amigos, canjica, leite de coco, coco ralado (sem açúcar- coisa rara), goiabada, farinha de mandioca e polvilho. E claro, as linguiças portuguesas, com certeza, ora pois!

Pois bem, a canjica fiz no olhometro.
Escolhi e lavei 3 xícaras de grãos, deixei de molho em áqua durante a a noite. Escorri e coloquei pra cozinhar em panela de pressão com 6 xícaras de água por 40 minutos. Então já sem pressão, juntei ao meu gosto - leite, açúcar, uma pitada de sal, 1 pau de canela, leite de coco e coco ralado. Deixei ferver até engrossar, mexendo de vez em quando. Pode ser servida quente ou fria, com uma nuvenzinha de canela em pó.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

chili com carne


Aprendi a gostar de chili quando morei quase dentro de um ski resort ao sul do estado de Vermont .
Lá o inverno é de tiritar, burrrr. Muita neve, que começa em Novembro e termina em Abril. Ah, e pra sentir o frio mais de perto, decidi aprender a esquiar. Na realidade não era bem assim, uma decisão, mas era imperativo, ou aprendia a esquiar ou morria de tédio. Não muito mais do que isso para se fazer por lá. Ai entra a historia do chili. Quando voltava do alto da montanha com corpo e alma congelados, uma opção para aquecer e restaurar as energias, era um robusto e quente chili, que serviam em tigela ou num pão redondo. Uma comida bem carimbadinha nos lodges em estações de esqui por estas terras.
Well, o tempo passou, experimentei chilis melhores e também aprendi a prepara-lo.

Como por aqui a chuva e frio continuam firmes, tivemos um chile fumegante para o jantar .

Esta é a receita:
1/2 quilo de carne moída (extra lean /sem gordura)

2 col. (sopa) de azeite

1 cebola pequena ralada

2 dentes de alho amassados

1 pimentão verde cortado em cubinhos

3 xícaras de feijão vermelho (kidney bean) cozido - escorrido - mas guarde o caldo se preferir aumentar o molho

500gr de tomates pelados - picados

1 col. (chá) de paprika picante

1 col (sopa) paprika doce

1 col. (chá) de cominho em pó

Sal e pimenta-do-reino a gosto

queijo cheddar ralado grosso ou sour cream

coentro e cebolinha verde

tortilhas ou chips de milho para acompanhar

obs.:Se gostar mais apimentado, use 1 col. (cha) de pimenta cayenne

Refogar a cebola e alho no azeite quente, juntar a carne, sal, pimenta e deixar fritar bem. Acrescentar o tomate, pimentão, paprikas, cominho e o feijão. Deixar ferver por uns 20 minutos até estar bem incorporado. Adicionar o caldo de feijao reservado se gostar com mais molho. Corrigir sal e pimenta se necessário.
Servir com queijo cheddar ou sour cream, coentro e cebolinha verde picadinhos.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

green kohlrabi soup



Hoje fiz uma sopa de vegetais pra aproveitar um maço de kohlrabi fresquinhos.
A primeira vez que comi esse vegetal, foi em Debrecen na Hungria. Era final de inverno, saímos pra jantar e pedimos sopa de kohlrabi de entrada. Gostei muito. O George já conhecia kohlrabi de longa data, e preparado de diferentes maneiras, pois é um vegetal muito popular na Europa.
Virei fã deste vegetal que é bem versátil e rico em nutrientes. No verão costumamos come-los crus em saladas, ou assados e recheados.
Aqui na minha vizinhanza sempre encontro, bem frescos e ainda com as folhas, que são
ótimas refogadas em tirinhas, ou colocadas na sopa no
final do cozimento.
Sopa:
Descasquei e cotei em cubos 3 bulbos de kohlrabi, 1 cenoura grande, 2 parsnips .
Refoguei 2 col. (sopa) de cebola ralada e um dente de alho amassado em 2 col. (sopa) de azeite, juntei os vegetais e deixei refogar por 2 minutos. Acrescentei 6 xícaras (chá) de caldo de legumes e deixei fervendo até que os vegetais ficarem cozidos. Corrigi o sal, juntei as folhas de kohlrabi cortadas em tirinhas, pimenta-do-reino moída e salsa picadinha. E na hora de servir, um fio de azeite por cima.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Bolo de Amêndoas -

Desde que ganhei este livro, esta receita chamou minha atenção de imediato. Marquei a página com a intenção de fazê-lo logo, mas não encontrava a fécula de batata. Finalmente, encontrei num mercado de produtos asiáticos.
Como hoje é o aniversário da minha irmã, lá em São Paulo, fiz esse bolo em homenagem a ela.
É um bolo bem delicado e pequeno, que pode ser servido com frutas frescas como sobremesa ou simplesmente acompanhando uma boa xícara de café ou chá. A fécula de batata é o ingrediente que garante a esse bolo uma textura fofinha.
Ingredientes:
Manteiga para untar uma forma de aro removível - usei de 20 cm /8 inch
3 ovos, claras e gemas separadas
1/2 xícara (chá) de açúcar refinado
1/2 xícara (chá) de fécula de batata
1 xícara (chá) de amêndoas sem pele e finamente picadas
raspas de uma laranja
1/2 xícara (chá) de suco de laranja
1 pitada de sal
açúcar de confeiteiro para pulverizar
Preparo:
Untar generosamente a forma com manteiga.
Bater as gemas com o açúcar ate obter um creme amarelo claro e fofo. Misturar a fécula de batata, amêndoas, as raspas e o suco de laranja.
Separadamente, bater as claras em neve - com a pitada de sal. Gentilmente envolver as claras em neve à massa. Despejar na forma e levar para assar em forno pré-aquecido 160ºC / 325ºF por 50 minutos, até ficar dourado e firme ao tocar. Deixar esfriar numa grade. Pulverizar um pouco de açúcar de confeiteiro antes de servir.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

domingo, 6 de janeiro de 2008

bolo de laranja com frutas cristalizadas



Gosto muito de bolo com frutas cristalizadas, especialmente quando no mix predominam as frutas cítricas. Sempre acho esse tipo de frutas por aqui, mas quando leio os rótulos, desisto, são cheias de glucose de milho, e isso, eu não gosto não.
Na véspera de Natal andei procurando por uma receita de bolo que pudesse ser adaptada para um "Christmas Cake" mais leve, meio tropicalia. Assim eu poderia usar as frutas cristalizadas com açúcar que trouxe do Brasil - porque essas são glucose de milho "free".
Acabei adaptando aqui e ali, e a receita final deu num bolo muito bom. Tanto que nesta tarde de um domingo chuvoso e frio tive que repetir a dose, atendendo, claro, a insistentes pedidos.
Esta e a receita que fiz.
Ingredientes: 1 laranja grande e suculenta (com casca) sem sementes, picada em pedaços -1 xícara (chá) de suco de laranja - 2 ovos grandes- 1 xícara (chá) de óleo de canola
Modo de Preparo: No liquidificador bata os pedaços de laranja, o suco de laranja, os ovos e o óleo - reserve.
Numa tigela grande, junte 4 xícaras (chá) de farinha de trigo, 1 xícara e meia (chá) de açúcar e 1 colher (sopa - rasa) de fermento em pó. Junte o creme de laranja reservado. Misture tudo até obter uma massa bem homogénea. Junte 1 xícara (chá) de frutas cristalizadas (em cubinhos) pulverizadas com farinha de trigo (isso evita que as frutas afundem, e sim fiquem bem distribuídas pela massa enquanto o bolo assa).
Unte uma forma com manteiga, adicione uma camada fina de farinha. Despeje a mistura e leve ao forno à 180ºC por 40 minutos.
Nota: Algumas receitas sugeriam uma calda de laranja com açúcar para cobrir o bolo depois de assado. Acho desnecessário, esse bolo já é doce o suficiente.

sopa fumegante para espantar o frio


Tem feito um frio de doer os ossos e ventania impiedosa derrubando tudo pela frente. O jeito é não botar o nariz pra fora. Aqui em casa as sopas são sempre bem-vindas. Especialmente em noites frias como estamos tendo, sopa é mesmo uma boa pedida.
Sábado fiz esta sopa simples; lentilhas cozidas em caldo de legumes, aipo, cenouras, pedacinhos de bacon fritos e escorridos e salsa picadinha. E claro, um bom vinho "merlot" para acompanhar. Xôoo frio!!!

sábado, 5 de janeiro de 2008

as comidas


















feijoada, moqueca de frutos do mar e comida mineira

voltando das férias

Como passou rápido esse mês de ferias. Depois de matar as saudades da família e amigos, curtir muito sol e mar, comer todas as gostosuras desejadas, cá estamos de volta em casa.
Aqui a nos esperar, um tempo muito carrancudo, com frio de doer os ossos e chuva, muita chuva. Que diferença!
Well, diferentes hemisférios com seus encantos e desencantos.
Depois de ter a fina poeira removida, esta cozinha já esta em pleno funcionamento. Na verdade recomeçou meio devagar, por causa do resfriado destes que aqui residem - ah sim o resfriado estava incluído no pacote de recepção, juntamente com o mau tempo.
A pouca energia da cozinheira foi gasta apenas na preparação de comidas básicas a sobrevivência, e nada foi fotografado para ser mostrado aqui.
Para que este blog não fique mais tempo em total abandono, resolvi colocar algumas fotos das comidinhas gostosas de lá do Brasil.